Esta discussão é tão antiga e variável como o número de personalidades que emerge diariamente à superfície da Terra. Pessoas nascem diariamente e como todas são diferentes: as suas crenças, costumes, hábitos, gostos, modas, e até o que lhes dá prazer, varia consoante o ambiente e a predisposição genética a que cada um está condicionado. Estes condicionalismos abrem uma porta para uma imensidão de “gostos” que mudam de geração para geração, sendo portanto imensa a discussão acerca de “o que é belo”.A beleza (comum) refere-se a determinados parâmetros físicos, muitas vezes relacionados com o estilo de vida e gostos da pessoa que a está a avaliar, e está associada ao senso comum. Este “modelo” que se criou depende não só do estilo de vida e dos gostos como também do local onde nos encontramos, das suas tradições e costumes.
“O que é belo?”: um pôr-do-sol à beira-mar, ou a vista do centro da cidade do Porto em hora de ponta? Se fosse Álvaro de Campos de certeza que escolheria a cidade, embora a sociedade em geral preferisse a vista do pôr-do-sol.
O que é belo difere de pessoa para pessoa, assim como não existem dois indivíduos com ADN igual, não há pessoas iguais, nem pode haver uma definição de belo geral, que agrade a todos em qualquer sociedade.
Em suma, devido à alargada variante de personalidades e condicionantes, não é possível haver uma definição de belo geral, visto que isso varia de pessoa para pessoa.
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